Segundo reportagem do jornalista Eduardo Gonçalves, mensagens apreendidas em um inquérito sobre o Primeiro Comando da Capital (PCC) revelam a existência de um setor interno que, na avaliação de investigadores, funciona como uma espécie de “Recursos Humanos (RH)” da maior facção do país. O grupo passa orientações sobre posicionamentos eleitorais, define regras para o mercado de drogas, planeja expansão territorial a outros estados, como o Rio, e financia o custo das “filiais”.
Na matéria, veiculada na edição desta quarta-feira (22/10/25) do jornal O GLOBO, a rotina da “Sintonia Final do Resumo”, nome pelo qual é conhecido internamente o “setor de RH” da facção, foi desvendada a partir do conteúdo extraído dos celulares do traficante Michael Silva, o Neymar do PCC. De acordo com a apuração, o departamento atua na “manutenção da ordem, hierarquia e controle” dentro da quadrilha. Um dos métodos é um “tribunal” sobre a conduta dos filiados, além de ameaças a quem “de alguma forma entra em conflito com os interesses do PCC”, como comerciantes, políticos e moradores das áreas dominadas pelo bando.
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