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Ficou feio!
Socos e narrativas. É a cassação de Renato Freitas.
Na Alep, a pergunta é uma só: “Como vamos explicar que cassamos o briguento de rua, enquanto absolvemos e premiamos Ademar Traiano, que pegou na mão grande R$ 100 mil do dinheiro público?”
Direto do site DNA Notícias:
A justiça decidirá quem está com a razão…
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o deputado estadual Renato Freitas (PT) envolvido em uma briga com um manobrista no centro de Curitiba. A confusão começou quando Freitas atravessava a Rua Vicente Machado acompanhado de uma amiga e, segundo o deputado, teria sido alvo de insultos racistas e de uma tentativa de intimidação com um carro dirigido pelo manobrista, segundo matéria exibida pela RPC o jovem já conta com passagens pela polícia.
A defesa do trabalhador, porém, afirma que o deputado e um assessor teriam atravessado a rua já com a intenção de confrontar o manobrista no local de trabalho. As imagens divulgadas mostram agressões físicas dentro da garagem, incluindo socos e chutes. Renato Freitas admitiu ter dado dois tapas, mas sustenta que reagiu após ser atacado e provocado.
Durante o confronto, o parlamentar acabou levando um soco que teria provocado a fratura de seu nariz. A repercussão do caso motivou o protocolo de diversas representações por quebra de decoro parlamentar na Assembleia Legislativa do Paraná, que agora analisa a conduta do deputado.
Após a briga viralizar, Renato Freitas publicou um vídeo dizendo que vive como um “sobrevivente” e afirmando que espera um futuro mais leve para as próximas gerações, reforçando que não se considera vítima nem agressor, mas alguém que respondeu a uma situação de desrespeito.
Enquanto isso, o advogado do manobrista declara que o trabalhador apenas se defendeu e que vai pedir a cassação do mandato do deputado, relatando ainda que o jovem precisou levar pontos no rosto após a briga.
Abaixo a versão do parlamentar


