Observados políticos começam a ver muitas dificuldades para Osmar Dias solidificar sua candidatura ao governo do Paraná. Nesta quinta-feira (19/07), duas personalidades conversaram em um famoso café no Centro Cívico e, entre um bom café e uma conversa franca, eles chegaram à conclusão que a coisa anda feia pelos lados do grupo que apoia Osmar Dias (PDT). Eles comentaram sobre a viagem que o pré-candidato fez a Brasília, buscando uma possível coligação com PRB, tentativa que não logrou êxito. Se o pedetista não amarrar algumas coligações, fará programas no horário político com apenas 40 segundos, o que significa praticamente nada. Osmar Dias não acena com alianças. Até Roberto Requião, segundo uns e outros, que seria uma coligação dada como certa, está perdendo a paciência e lançando seu irmão Mauricio Requião ao governo. Só lembrando, o PMDB, o PDT de Osmar e o PT de Gleisi Hoffmann, formaram a frente de esquerda que disputou as últimas eleições no Paraná desde 2010. A última tentativa de Osmar, uma coligação com o PSB, também bateu na trave. Quem preside o PSB estadual é o Severino Araújo que tem repetido à exaustão que sob o seu comando o PSB vai acompanhar o ex-governador Beto Richa (PSDB). Osmar também tem repetido, quase como um mantra, severas críticas à gestão de Beto Richa, de quem, garante, “quer ficar bem longe”. Pelo visto senhoras e senhores, nestas eleições, se perdurar esta situação, Osmar Dias pode ter decepções, o que não deixa de ser muito ruim devido ao seu histórico político, bem como para a valorização do jogo democrático.


