No programa, o presidenciável voltou a elogiar o regime militar, negando que tenha ocorrido um golpe em 1964. “Não foi golpe, golpe é quando é pé na porta”, disse o candidato, com o argumento de que o presidente derrubado, João Goulart, abandonou o país e que seu cargo foi declarado vago pelo Congresso da época. Ao mesmo tempo, disse que a tortura, comum durante o período militar, é algo que “abomina”. Como vem fazendo, ele negou que seja homofóbico, racista e misógino. Também disse que recebe auxílio moradia da Câmara mesmo tendo apartamento próprio porque tem direito ao benefício. Questionado sobre arquivos da ditadura, Bolsonaro respondeu que a questão deve ficar no passado e que a população carece de outras demandas. “É uma ferida que tem que ser cicatrizada. Esqueçam isso. O povo está sofrendo com desemprego, com mulheres sendo estupradas. Se eu chegar lá [na Presidência], é daqui para frente”, disse. As informações são do site da Folha de São Paulo.
Nas redes sociais o pau comeu solto.
O site Metrópoles deu conta que a entrevista de Jair Bolsonaro foi o assunto mais comentado no Twitter durante a noite nesta segunda-feira (30/07). Personalidades, jornalistas, youtubers, apoiadores e pessoas contrárias ao pré-candidato movimentaram a rede social.
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No Face…

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