Geraldo Alckmin (PSDB) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terão seus nomes homologados como candidatos à Presidência da República no pleito de outubro. Depois de se revezarem no poder entre 1995 e 2016, quando o MDB assumiu o Palácio do Planalto após o impeachment da petista Dilma Rousseff, os dois partidos chegam às suas convenções nacionais de 2018 em condições inéditas. De nada adianta uns e outros, os juristas que ficam de plantão 24 horas por dia nas redes sociais, dizerem que Lula não pode ser candidato. É simples. É uma questão legal. O “sapo barbudo”, como Brizola chamava Lula, é candidato e tem amparo legal para lutar até os 45 minutos do segundo tempo. O resto é conversa fiada. Porém, o que deve estar deixando muitos de cabelo em pé, é que de dentro da prisão, gostem ou não, Lula está encaminhando o pleito eleitoral, e mais, como disse dias atrás em um programa de televisão da Band, o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, que integra o “CENTRÃO”, que apoia a candidatura tucana, com todas as letras: “Teremos segundo turno, uma candidatura da esquerda e do outro lado, o nosso candidato, Alckmin ou Bolsonaro”. Toca o baile.


