As informações são da Coluna Painel da Folha de São Paulo e dão conta que os advogados do pedetista alegam que a campanha do capitão reformado infringiu a lei eleitoral porque não poderia transmitir propaganda com a imagem de candidato que pertence a partido que declarou apoio a outro.
Os representantes de Cid ainda afirmam que a campanha de Bolsonaro tenta “criar, artificialmente, estados mentais na população, na nítida tentativa de induzir o eleitorado à erro” e anexa à peça reportagens em que Cid declara voto no petista no segundo turno.
“A adoção desse tipo de publicidade, direcionando à classe menos informada ideia falsa, ou pelo menos incompleta, que poderá levar milhares de brasileiros à erro, tudo com o claro intuito de angariar, mesmo que de forma vil, o voto da população mais carente, deve ser reprovada!”
Na ação ao TSE, a defesa de Cid ainda reclama que a propaganda de Bolsonaro foi editada de modo a cortar trechos do discurso do senador eleito em que ele faz elogios a Haddad.


