A informação é do jornalista Joelmir Tavares. Segundo matéria, assinada para a Folha de São Paulo, o partido esteve reunido nesta segunda- feira (05/11), em Brasília, onde ficou decidido que a sigla fará uma oposição pragmática, com ações pontuais diante das propostas do futuro presidente. A possibilidade de diálogo é considerada se for “em função das demandas e urgências” do país, e que prevaleçam as teses e agendas de interesse nacional.
A nota do partido dá conta ainda que “A lógica do quanto pior, melhor não nos cativa ou estimula, e não faremos do sofrimento dos brasileiros trampolim para o próximo pleito eleitoral”. “Fomos colocados na oposição pelo eleitor, porque apoiamos um candidato que não ganhou. E também porque o que ganhou pensa diametralmente oposto ao que pensamos”.
(Foto/Arquivo/Agência Brasil)


