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A grande canelada. Bolsonaro poderia ter Mozart na Educação, mas preferiu o Pestana, que atende por Vélez Rodriguez. É ridículo!

A frase é do comentário do grande jornalista Reinaldo Azevedo, odiado pela esquerda e espancado pela direita, o que é muito bom. Quando um jornalista é criticado por todos os grupos políticos, pode ter certeza que ele está coberto de razão. Na corrida de arrumar o ministério, o nosso Messias, no (quesito) educação, estava indo tão bem, mas resolveu dar uma canelada.

Sobre a escolha, Reinaldo Azevedo começa seu texto perguntando, quem é que, tendo a chance de ter um Mozart na Educação corre o risco de nomear um Pestana? Resposta: Jair Bolsonaro, presidente eleito. Se você não conhece, leia o conto “Um Homem Célebre”, de Machado de Assis. Narra a história de um músico cuja ambição era ombrear com os grandes. Sentia na ponta dos dedos o frêmito antecipatório da grande obra, daquela que iria inscrever seu nome no panteão dos gênios. Mas, ao compor, a única coisa que lhe vinha mesmo era polca. O homem era empurrado para o popularesco, não um mal em si, poder-se-ia dizer. O problema de Pestana estava na ambição de ser um Mozart. Em vez de “A Flauta Mágica”, ele dava à luz “Não bula comigo, nhonhô”.

Toca o baile …

Veja e leia o texto de Reinaldo Azevedo.

(Foto/Ilustrativa)

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