O Ministério Público Federal apresentou, às 23h26 desta segunda-feira (10/12), suas alegações finais no processo em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é réu por ter recebido vantagens indevidas da Odebrecht e da OAS através de reformas em um sítio, em Atibaia-SP, que era frequentado pela família do ex-presidente.
No documento, de 366 páginas, os procuradores sustentam haver “farta prova documental” de que Lula era “proprietário de fato e possuidor do sítio”. Cristiano Zanin Martins, advogado de Lula, em nota, diz que, “as alegações finais evidenciam que a acusação não conseguiu fazer qualquer prova de culpa contra Lula e busca desconsiderar as provas de inocência apresentadas pela defesa do ex-Presidente. É ignorado pelo documento, por exemplo, perícia apresentada pela defesa de Lula provando que os 700 mil que os delatores da Odebrecht afirmaram terem sido destinados à reforma do sítio de Atibaia de Fernando Bittar foram, em verdade, sacados em favor de um dos principais executivos do grupo. Lula não cometeu qualquer crime antes, durante ou após exercer o cargo de Presidente da República e um julgamento justo e imparcial irá reconhecer sua inocência”, disse. Com informações do ParanáPortal.
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