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O Conselho Regional de Medicina do Paraná (CRM-PR) abriu um procedimento interno para investigar a conduta dos médicos envolvidos na Operação Mustela, que apura um suposto esquema para furar a fila do Sistema Único de Saúde (SUS) no estado. A suspeita é de que os médicos envolvidos cobravam de R$ 2 mil a R$ 8 mil de pacientes para incluí-los na lista de urgência do SUS, o que garantia prioridade nas cirurgias.
A operação foi deflagrada nesta segunda-feira (10/12) pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná (MP-PR), informa o jornalista Euclides Lucas Garcia, em matéria que assina no site da Gazeta do Povo.
(Foto/Ilustrativa)
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