Os comentários estão por todos os cantos do poder central federal. Por hora, quem adianta a informação é jornalista Daniela Lima. Segundo ela, a desarticulação interna pode ter liquidado as chances de o PSL integrar um bloco com força para ocupar espaços na Mesa Diretora da Câmara. A demora da sigla em iniciar conversas com Rodrigo Maia (DEM-RJ) — que age para se reeleger presidente da Casa— abriu espaço para que ele negociasse as principais vagas com outras legendas, fechando um grupo que, hoje, consegue entregar cerca de 250 votos. A meta é garantir 280, assegurando a vitória com ou sem o aval do partido de Jair Bolsonaro. A nota da jornalista foi veiculada na coluna Painel da Folha de São Paulo e deu conta ainda que, para vencer a eleição do comando da Câmara no primeiro turno, são necessários 257 votos. Na reunião que teve com Maia, parte da cúpula do PSL reivindicou uma vice-presidência e a coordenação da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O democrata avisou que esses espaços já estavam reservados.
(Foto/Arquivo/Agência Brasil)


