Ele estava foragido desde dezembro, quando o governo do então presidente Michel Temer decidiu pela extradição para a Itália, onde Battisti foi condenado por quatro assassinatos nos anos 1970. Battisti foi capturado na Bolívia, informa o site do jornal O Estado de São Paulo.
A matéria dá conta que os detalhes da prisão estão sendo mantidos em sigilo.
Pelo Twitter, o procurador Vladmir Aras – que foi secretário de Cooperação Jurídica Internacional da PGR entre 2013 e 2017 – comentou a prisão.
Segundo ele, “há duas soluções para que ele passe à custódia de autoridades italianas: 1) um novo processo de extradição, pedido por Roma a La Paz. Seria o terceiro: França, Brasil, Bolívia; ou 2) uma medida migratória similar a deportação ou expulsão, aplicada imediatamente a Battisti pelas autoridades bolivianas, pois é provável que sua entrada na Bolívia tenha ocorrido de maneira irregular e que sua estada também o seja. Ele voltaria ao Brasil e seria entregue à Itália.”
(Foto/Arquivo/Agência Brasil)


