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Deonilson Roldo, depois do “não” para sua liberdade. “Meu Deus, quando isso termina, onde foi que eu errei?”

A fala teria sido de Deonilson Roldo, conforme comentários na carceragem do Complexo Médico Penal, em Pinhais, logo após o ministro Luiz Fux, do STF, ter negado o pedido de habeas corpus feito por sua defesa.

Déo, como é carinhosamente chamado pelos mais íntimos, mesmo sofrendo, enfrentando uma cadeia sem fim, por hora e pelo que se comenta, nunca pensou em fazer delação premiada, o que poderia amenizar a situação no processo em que é acusado.

Déo, sempre aliado do ex-governador Beto Richa, foi preso em setembro passado.

É o caso da Operação Piloto, a 53ª fase da Lava Jato, que investiga um esquema de pagamento de propina ao grupo político do ex-governador Beto Richa (PSDB), em troca do favorecimento à empreiteira Odebrecht em licitação para obras de duplicação da PR 323 em 2014.

Deonilson Roldo pode ser convidado para atuar na série criada pelo OgazeteirO, “A Saga dos Inocentes”

(Foto/Arquivo/ANPr)

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