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Copel vai focar os negócios na geração, transmissão e distribuição de energia. A empresa vai frear investimentos em telecomunicações e distribuição de gás

A informação foi dada à agência Reuters, na última sexta-feira (18/01), pelo presidente recém empossado na companhia, Daniel Slaviero.

Segundo o jornalista Luciano Costa, que assina a matéria que está sendo veiculada no Portal Terra, a elétrica possui uma subsidiária de telecomunicações, a Copel Telecom, e uma participação de 51 por cento na distribuidora de gás Compagás, que ainda tem como sócios a Gaspetro e a japonesa Mitsui, com 24,5 por cento cada.

A falação de Slaviero:

“Não está definido o modelo, nem qual participação (a ser vendida). Isso é um assunto no qual iremos mergulhar a partir da próxima semana, é uma coisa que pretendemos pelo menos estar com o desenho e a estrutura alinhada em 2019. Não quer dizer que isso vá ocorrer em 2019, mas certamente teremos o escopo e o modelo”.

Durante a campanha, algumas falas do então candidato Ratinho Junior contra um elevado reajuste nas tarifas da Copel no ano passado, da ordem de 16 por cento, geraram entre analistas de mercado temores de que ele pudesse levar a elétrica a tentar segurar os repasses às tarifas. Contudo, a possibilidade de interferência nos reajustes calculados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) está totalmente descartada.

O novo presidente da Copel disse que a empresa também terá como diretriz em sua gestão a prioridade para investimentos no Estado do Paraná, embora isso não descarte aportes e projetos em outras regiões. A empresa tem presença atualmente em 10 Estados.

A foto deste post é da Agência Estadual de Notícias.

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