É bom sempre lembrar, em razão de possíveis comentários maldosos.
Aqui ninguém é contra este ou aquele governo nem tampouco está torcendo para que dê tudo errado. É uma questão de buscar a verdade. Exatamente igual como (e todos aplaudiram) foi feito quando estouraram as “coisinhas” erradas da moçada do Partido dos Trabalhadores.
Então vamos lá.
O ex-policial militar Adriano Nóbrega, 42, hoje foragido e suspeito de chefiar uma milícia na zona oeste do Rio de Janeiro, estava preso quando foi homenageado pelo deputado e senador eleito Flávio Bolsonaro com a Medalha Tiradentes, mais alta honraria da Assembleia Legislativa.
Segundo os jornalistas Ana Luiza Albuquerque, Italo Nogueira e Júlia Barbon, em janeiro de 2004, Adriano foi preso preventivamente, acusado pelo homicídio do guardador de carro Leandro dos Santos Silva, 24.
Na matéria que eles produziram para a Folha de São Paulo, o então policial chegou a ser condenado no Tribunal do Júri em outubro de 2005, mas conseguiu recurso para ter um novo julgamento, foi solto em 2006 e absolvido no ano seguinte.
A foto do post é do arquivo da Agência Brasil.


