Segundo ele, os dois pedidos se fundamentam na desnecessidade da preventiva dada a suposta inexistência de provas e porque os mesmos fatos de que agora o ex-governador é acusado são antigos e já foram afastados em decisões judiciais anteriores.
O caso é da Operação Integração. No qual, existem indícios encontrados pelo Ministério Público de que ele lavou dinheiro por meio de negócios imobiliários e, em acréscimo, tentou obstruir a ação da Justiça.
Outro pedido foi feito caso a soltura não seja confirmada – que Gilmar ou o TRF4 determinem o retorno de Beto Richa às dependências do regimento de cavalaria da Polícia Militar, de onde saiu na manhã desta quinta (31/01) para ser entregue ao Complexo Médico Penal de Pinhais.
A foto deste post é da Agência Brasil.


