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A proposta é do deputado federal Márcio Labre (RJ), um dos estreantes eleitos pelo PSL do presidente Jair Bolsonaro.
Labre pretende proibir algumas categorias de medicamentos anticoncepcionais no Brasil, que ele considera serem “micro abortivos”.
O projeto cita textualmente o dispositivo intra-uterino (DIU), a chamada “pílula do dia seguinte” e os medicamentos a base de progestógeno, informa a revista Veja.
Segundo a nota publicada no site da Veja, na argumentação do parlamentar, as substâncias são uma “farsa” por induzirem as mulheres a acreditar que estão as ingerindo como forma de evitar a gravidez, quando, argumenta, estariam interrompendo prematuramente uma gestação.
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