Segundo o Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS), os kits de testes rápidos para diagnóstico de dengue, zika e chikungunya, que haviam sido comprados pelo Ministério da Saúde e estavam em uso nos Estados, foram reprovados, informa a jornalista Lígia Formenti.
Ela dá conta que o laudo do INCQS ficou pronto em dezembro e, a partir do resultado, o ministério determinou nova análise. Agora, o teste será feito com lotes distribuídos para todos os Estados. Esse é um dos exames usados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
De acordo com a matéria da gazeteira, veiculada no site do jornal O Estado de São Paulo, o ministério adquiriu em duas ocasiões testes de diagnóstico da Bahiafarma. O primeiro lote, de R$ 119 milhões, foi comprado em 2016, um ano após o grande surto de zika no País. A transação ocorreu a toque de caixa, sob o comando do então ministro da Saúde, o deputado Ricardo Barros (PP). Em 2017, foram adquiridos 6,5 milhões de testes, desta vez de dengue, zika e chikungunya, de cerca de R$ 162,5 milhões.
A foto deste post é da Agência Brasil.


