Como se sabe, o ex-governador Beto Richa já pode pedir música no Fantástico, uma vez que foi preso três vezes. Enquanto ele não escolhe a canção, seus advogados trabalham incansavelmente.
Tanto é verdade que, após a decisão do STF de remeter à Justiça Eleitoral ações de crimes conexos ao caixa 2, a defesa do ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB) protocolou, nessa quarta-feira (27/03), defesa prévia argumentando que o processo em que o tucano é acusado de lavagem de dinheiro não poderia tramitar na Justiça Federal, informa reportagem da Folha de Londrina.
Segundo o jornalista Guilherme Marconi, trata-se da ação referente à Operação Integração, que surgiu em uma das fases da Lava Jato e corre na 23ª Vara Criminal de Curitiba.
A falação do advogado de Beto, Walter Bittar:
“incompetência absoluta da Justiça Federal”;
“Uma vez que o crime apurado no presente feito consiste em lavagem de ativos de valores – em tese oriundos de doações eleitorais via caixa 2, o que atrai a competência à Justiça Eleitoral, impondo-se ainda a declaração de nulidade dos atos decisórios”.
A foto é do fotógrafo Marcelo Camargo/Agência Brasil.


