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Privatização da Sercomtel é discutida com o BNDES. A proposta é realizar um leilão das ações da companhia com apoio do programa de desestatização do banco

A Prefeitura de Londrina – sócia majoritária da Sercomtel, com 55% das ações ordinárias – está discutindo a privatização da empresa com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), que mantém um programa de desestatização. Nesta semana, técnicos do banco estiveram em Londrina tratando do assunto, informa o jornalista Nelson Bortolin.

Segundo matéria que ele assina para a Folha de Londrina, o presidente da Sercomtel, Cláudio Tedeschi, admite que uma solução sem dinheiro privado está cada vez mais difícil para a companhia. Desde o início da sua gestão , o prefeito Marcelo Belinati defendeu uma participação maior da Copel na Sercomtel, evitando ao máximo falar em privatização. A companhia estadual de energia já detém 45% das ações ordinárias da telefônica londrinense e não tem interesse em novos investimentos. “A princípio, os técnicos do BNDES acreditam que será preciso fazer um leilão das ações”, diz Tedeschi.

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