Dizem que legalmente não tem nada que proíba o desembargador de julgar o caso de Beto Richa, contudo, ele, por questões éticas, poderia se considerar impedido, mas o magistrado votou pelo deferimento do pedido de habeas corpus do ex-governador, que estava preso por coisinhas da Operação Quadro Negro.
O caso foi levantado com exclusividade pelo site PLURAL. Fala o jornalista Rogerio Galindo sobre Maria Carolina Zardo Pinto Rabello, filha do desembargador Francisco Pinto Rabello Filho.
A reportagem dá conta que, dos 11 milhões de habitantes do estado, a filha do desembargador Francisco Pinto Rabello Filho foi uma das escolhidas pelo então governador Beto Richa (PSDB) para receber um cargo DAS-5.
Maria Carolina foi nomeada logo no primeiro ano do primeiro governo de Beto. Ficou oito anos no cargo, permanecendo pelos dois mandatos do tucano e ainda mais um tantinho na gestão de sua vice, Cida Borghetti (Progressistas).
A Rede Paranaense de Televisão também deu destaque ao caso. Na noite desta segunda-feira (08/04), o telejornal Boa Noite Paraná apresentou uma reportagem completa.
A foto do caso é Agência Brasil.


