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A vontade é antiga, tanto de deputados como de senadores. A ideia da restrição ao uso, pelo presidente da República, de medidas provisórias está no topo da lista de ações do parlamentarismo branco que o Congresso promove em meio à inicial desarticulação política do governo de Jair Bolsonaro (PSL), informa o jornalista Ranier Bragon.
Segundo matéria que ele assina para a Folha de São Paulo, as MPs são fonte constante de críticas de congressistas porque não há limite ao seu uso pelo presidente, ocupam parte relevante da agenda do Congresso e, em alguns casos, não atendem aos critérios de relevância e urgência exigidos pela Constituição.


