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Reforma da Previdência. Apesar dos 379 parlamentares a favor do texto, uns e outros já falam em “maioria artificial” e o fim da votação da proposta nesta semana está ameaçado

Rodrigo Maia, presidente da Câmara, encerrou a sessão de forma abrupta quando percebeu que havia um movimento para desidratar o texto principal.

Ainda precisam ser votados cerca de 20 destaques, que são tentativas de alterar pontos específicos da proposta.

A falação de Maia:

“E se estava desorganizado no primeiro [destaque], o segundo tem uma perda muito grande de economia. Então é melhor parar e retomar amanhã”.

“Logo no primeiro destaque eu entendi que os deputados estavam confusos em relação ao mérito do destaque. Isso significa que se concentrou muito no mérito do texto principal da PEC (proposta de emenda à Constituição) e não se organizou os votos com os parlamentares. O formato de o governo não ter uma articulação maior acaba desorganizando as informações.”

Líderes de partidos de centro, num acordo com a oposição, articulavam uma série de derrotas ao governo para amenizar regras de aposentadoria e de pensões para algumas categorias.

Se Maia não tivesse anunciado o fim da sessão, a Câmara começaria a analisar uma proposta do PC do B contra a fórmula de cálculo de pensões proposta pelo governo. A oposição quer evitar que essa nova regra permita o benefício abaixo do salário-mínimo.

Com informações do site da Folha de São Paulo.

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