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O movimento deixa claro que é contrário à resolução da ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres – que estipulou a nova tabela de preços mínimos do frete rodoviário, divulgada na última quinta-feira (18/07), com valores abaixo dos esperados.
Muitos motoristas, segundo reportagem da Folha de São Paulo, pensam diferente.
“A realização da paralisação não é consenso entre os participantes. Parte dos grupos é refratária à ideia por conta da dificuldade financeira que teriam com os dias sem trabalhar”.


