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A dupla dinâmica, Serginho e Deltanzinho, de olhos bem abertos. Justiça quebra o sigilo dos supostos hackers. A moçada invasora teria movimentado mais de R$ 600 mil nos últimos dois meses

Nesta quarta-feira, 24, a Justiça determinou a quebra do sigilo bancário dos quatro suspeitos de hackearem o celular de autoridades, entre elas, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. Na decisão que autorizou a Operação Spoofing, que prendeu os suspeitos, o juiz federal Vallisney de Souza Oliveira, da 10º Vara Federal do Distrito Federal, aponta que os quatro se associaram de maneira criminosa para invadir os celulares. O despacho também indica atividade financeira atípica nas contas dos dos quatro presos, que teriam movimentado mais de R$ 627 mil em apenas dois meses, informa o site do jornal Estadão.

O jornal informa ainda que o juiz determinou a quebra de sigilo bancário de 1° de janeiro a 17 de julho deste ano, e também apontou que vê “fortes indícios de que os investigados integram organização criminosa para a prática de crimes e se uniram para violar o sigilo telefônico de diversas autoridades públicas”. Além de Moro, o procurador Deltan Dallagnol, chefe da Lava Jato em Curitiba também teve o telefone invadido pelos supostos hackers.

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