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A falação do secretário de Educação Superior do MEC, Arnaldo Lima Junior:
“Queremos tratar os diferentes de forma diferente”;
“Vamos começar a olhar desempenho, não só o tamanho das universidades. Hoje, a matriz do orçamento (para verbas discricionárias) é 90% tamanho e 10% qualidade”;
“Não queremos fazer nenhuma ruptura, mas sim uma transição que aponte numa direção. Uma discussão de daqui cinco, dez anos, como queremos esses parâmetros lá na frente. Qual será a matriz orçamentária que balizará daqui dez anos? Até para as universidades maiores também terem incentivos para captar recursos”.
As informações são de reportagem assinada pelas jornalistas Adriana Fernandes e Idiana Tomazelli, jornal O Estado do São Paulo.


