A lembrança da possível sentença de Rodrigo foi feita pelo jornalista Ivan Santos, em reportagem que ele assina para o portal Bem Paraná.
Em novembro de 2018, o ex-parlamentar alegou em depoimento à Justiça Federal que recebeu a mala “sem saber qual era seu conteúdo”. Rocha Loures afirmou ainda que nunca abriu a mala, mas admitiu saber que havia conteúdo ilícito e disse que não queria recebê-la.
Em janeiro deste ano, o MPF pediu a condenação do paranaense, apontando que seu comportamento no episódio do repasse da mala indicou prévio conhecimento. Segundo a procuradoria, Loures “em nenhum momento esboça estranhamento ou questiona aquilo que poderia ser um mal entendido”.
Em fevereiro deste ano, o juiz Rodrigo Parente Paiva, responsável pelo caso, registrou que apesar de intimado, Rocha Loures não apresentou as alegações finais de sua defesa. Em março, o ex-deputado trocou os advogados, levando a nova abertura de prazo. Em 28 de maio, o juiz novamente determinou a intimação do ex-deputado e deu prazo de mais 22 dias para a apresentação das alegações finais da defesa. A última movimentação do processo foi em 1º de agosto, quando o juiz registrou que após finalmente os advogados de Rocha Loures apresentarem suas alegações finais, o processo está “concluso para sentença”.


