Bolsonaro incorporou o coronel Pantaleão, personagem de Chico Anysio

É o que coloca em seu texto o jornalista Alvaro Costa e Silva.

O trabalho, que é veiculado na edição impressa na Folha de São Paulo, coloca e aponta que todo mundo mente, mas alguns exageram.

Segundo ele, na literatura universal há exemplos notáveis desde Penélope, mulher de Ulisses, que na “Odisseia”, de Homero, engana seus pretendentes tecendo de dia e desfazendo de noite uma colcha. Para não morrer, Sherazade vira contadora de histórias.

No caso no presidente, ele diz que desde que assumiu a Presidência, Bolsonaro já fez quase 300 declarações falsas ou distorcidas. Só em agosto, durante a crise ambiental e diplomática em torno da Amazônia, foram mais de 30 falas equivocadas – o que está lhe garantindo um lugar de destaque na galeria da mentira.

E cita alguns exemplos:

A imprensa tem lhe dedicado títulos nunca antes lidos: “Após ofender mulher de Macron, Bolsonaro diz que não a ofendeu” ou “Sem provas, Bolsonaro diz que queimadas podem ter sido causadas por ONGs”. Do jeito que a coisa vai, ainda leremos: “Bolsonaro mente que não sente”.

Veja o texto na íntegra.

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