PSL contratou, no ano passado, 64 policiais militares e civis do Rio de Janeiro para serviços de segurança privada na campanha de Bolsonaro

As informações são dos gazeteiros Felipe Bächtold e Italo Nogueira, da Folha de São Paulo.

Segundo eles, os policiais atuaram em seus horários de folga, prática vedada a esses servidores pela legislação.

A reportagem da Folha dá conta ainda que foram pagas cerca de cem diárias a esses profissionais, em uma despesa total de mais de R$ 50 mil, custeada com recursos do fundo partidário do PSL, repassados pelos cofres públicos, e com receitas de campanha.

Os dados constam da prestação de contas do PSL enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral.

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