A tese, que tem ganhado mais adeptos é a indicada pelo presidente do Supremo, Dias Toffoli, que acaba com prazos de prescrição de crimes após a condenação colegiada, informa a gazeteira Daniela Lima.
Segundo a jornalista, que edita a coluna Painel da Folha de São Paulo, a avaliação é a de que essa medida já responde às críticas de que haveria mais impunidade após a decisão do STF que reafirmou o encarceramento só após o trânsito em julgado.
Daniela Lima dá conta ainda que, enquanto não há maioria em torno de uma alternativa à proposta de emenda constitucional que autoriza a prisão em segunda instância, a ordem dos partidos de centro, centro-direita e esquerda é ganhar tempo.
E tem mais, mesmo siglas que pregam publicamente o apoio ao encarceramento após condenação em segunda instância têm divisões internas.
Não há unanimidade no PSDB e no DEM, por exemplo. Siglas como PP e PL dizem que o ideal é tratar do assunto só no ano que vem.


