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A tão falada prisão em segunda instância. Uns e outros, de centro e de esquerda, buscam o apoio em ideias alternativas à que está sendo proposta. Não há unanimidade no PSDB e no DEM, e partidos como PP e PL defendem cuidar da pauta só em 2020

A tese, que tem ganhado mais adeptos é a indicada pelo presidente do Supremo, Dias Toffoli, que acaba com prazos de prescrição de crimes após a condenação colegiada, informa a gazeteira Daniela Lima.

Segundo a jornalista, que edita a coluna Painel da Folha de São Paulo, a avaliação é a de que essa medida já responde às críticas de que haveria mais impunidade após a decisão do STF que reafirmou o encarceramento só após o trânsito em julgado.

Daniela Lima dá conta ainda que, enquanto não há maioria em torno de uma alternativa à proposta de emenda constitucional que autoriza a prisão em segunda instância, a ordem dos partidos de centro, centro-direita e esquerda é ganhar tempo.

E tem mais, mesmo siglas que pregam publicamente o apoio ao encarceramento após condenação em segunda instância têm divisões internas.

Não há unanimidade no PSDB e no DEM, por exemplo. Siglas como PP e PL dizem que o ideal é tratar do assunto só no ano que vem.

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