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Deputados estão apostando na reação de diversos setores da economia – e dos governos federal, estaduais e municipais – para esfriar a pressão em torno da aprovação da execução de pena após condenação em segunda instância

A informação é da jornalista Daniela Lima.

Segundo ela, o texto feito na Câmara antecipa a punição não só na área criminal, mas também na cível e na trabalhista. Isso significa que disputas contra empresas e contestações tributárias, como precatórios, teriam de ser pagos antes de esgotados todos os recursos.

Daniela Lima, que é a editora da coluna Painel da Folha de São Paulo, dá conta também que o entendimento é o de que não apenas as empresas, mas também a União e os estados, em dificuldade para pagar até salários de servidores, poderão se ver no dilema de ter que arcar com dívidas inesperadas com o avanço da proposta.

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