
A informação é do jornalista Daniel Biasseto.
Segundo ele, no Brasil, há cerca de 700 Terras indígenas (TIs) identificadas, mas pouco mais da metade (450) estão nessa situação normalizada. A decisão pode deixar sem atendimento milhares de índios que esperam pela regularização.
Segundo a matéria que é veiculada no jornal O Globo, que teve acesso a despachos assinados pela chefe de gabinete da presidência da fundação, Glécia de Jesus Tolentino, negando pedidos de viagens para várias coordenadorias regionais. A decisão cita memorando enviado aos servidores pelo presidente Marcelo Augusto Xavier da Silva, no qual proíbe as viagens para as TIs que estão em fase de estudo ou declaradas.
Entre os atendimentos prestados pelos servidores estão regularização fundiária, proteção territorial, desenvolvimento sustentável, acesso e monitoramento de políticas públicas e direitos civis. Procurada, a Funai ainda não se manifestou.


