O texto original de Fruet previa R$ 450 milhões, dos quais R$ 300 milhões foram aprovados, e agora segue para a sanção do Presidente da República.
A proposta já havia recebido parecer favorável do relator, senador Oriovisto Guimarães (Podemos/PR), na Comissão Mista do Orçamento.
A obra está indicada como investimento prioritário dentro do período de 2020 a 2027 (dependendo, evidentemente, da alocação de recurso financeiro). “Desde 2009, verificou-se a necessidade de adequação do trecho. Nele trafegam diariamente milhares de veículos, sendo que boa parte constituída de ônibus e caminhões, ocasionando tráfego intenso e acidentes”, argumenta o ex-prefeito de Curitiba (2013-2016).
O Contorno Sul interliga quatro trechos de rodovias federais. Conecta o interior do Estado do Paraná a Curitiba. Inicia-se na BR-116, no sentido Porto Alegre, e termina na BR-277, no sentido Campo Largo. Em anteprojeto apresentado pelo DNIT, a obra contempla 14,6 km, contando com três pistas em cada direção, acrescida de uma faixa central de segurança, acostamento, infraestrutura cicloviária, cinco passarelas, entre outras intervenções.
A falação de Fruet:
“À frente da Prefeitura de Curitiba, apresentamos o projeto de revitalização do Contorno Sul ao governo federal em 2013. No ano seguinte, anunciaram que nossa demanda seria atendida. Mas, com o aumento da crise econômica, as obras nunca tiveram início”.


