
A reformulação do Bolsa Família em uma única tacada não vai ser possível, fazendo o governo implantar o novo programa em duas fases. A primeira entraria em 2020 e a segunda, só em 2021, informa a gazeteira Mariana Carneiro. Segundo a jornalista, para o ano que vem, a equipe econômica sugeriu reservar um adicional de apenas R$ 3,6 bilhões no Orçamento para fazer frente aos gastos extras. A cifra corresponderia a cerca de um quarto do valor estimado para colocar de pé a revisão completa pretendida por Jair Bolsonaro. Mariana Carneiro, que interinamente está editando o Painel da Folha, informa também que, segundo parlamentares a par do Orçamento, para garantir os recursos extras necessários em 2020, o governo cogitar desidratar outros programas sociais, como o seguro-defeso, pago a pescadores.


