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Os 29 acusados de causar prejuízos de R$ 5,5 bilhões à Funcef (dos funcionários da Caixa Econômica), à Petros (Petrobras), à Previ (Banco do Brasil) e à Valia (Vale).
Colnago foi ministro do Planejamento no fim do governo Michel Temer (MDB). Em seguida, ele passou a integrar o governo Jair Bolsonaro.
O assessor do ministro é forte. Seu desempenho como secretário especial adjunto de Fazenda desde o começo de 2019 agradou tanto que Guedes o promoveu nesta quinta-feira (09/01/20) a assessor especial, principalmente para articular com congressistas propostas de interesse da equipe econômica.
Segundo os procuradores, os crimes teriam sido cometidos entre 2011 e 2016.


