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As manifestações serão atreladas a uma data simbólica: devem ocorrer na semana de 27 de janeiro, Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, informa a jornalista Camila Mattoso.
Segundo ela, que interinamente assina a Coluna Painel da Folha, a ideia é reforçar a tese de que Alvim apenas expôs a narrativa autoritária do governo.
Na nota, o Painel cita a falação de Michel Gherman, colaborador do Instituto Brasil-Israel e pesquisador do Núcleo Interdisciplinar de Estudos Judaicos da UFRJ:
“Qualquer pessoa mais atenta pode perceber que sempre houve certa aproximação de membros do governo Bolsonaro com a extrema direita e com posições próximas ao nazismo. Alvim apenas foi mais explícito. Por isso paga o preço. Mas não basta”.


