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Equipe econômica fala em reforma administrativa como prioridade no início deste ano, enquanto lideranças na Câmara Federal acreditam e estão convencidas de que a necessidade maior é a reforma tributária

As dificuldades de entrosamento entre o que é ou não prioridade.

A dissonância já foi notada por economistas e gestores, que temem que a falta de definição sobre o que é mais importante faça a economia perder o ritmo. O alerta é que a situação do país não está arrumada – a Previdência foi o primeiro degrau – e a classe política indica que relaxou, informa a jornalista Camila Mattoso.

Em seu texto que é veiculado na Folha de São Paulo, ela lembra que apesar de não ser um assunto que chamasse atenção no meio político, a maior urgência é a PEC EMERGENCIAL.

A Proposta de Emenda Constitucional, considerada emergencial, coloca aperto nas despesas do governo dando sustentação a sobrevida do teto dos gastos.

Sem a dita PEC, o teto de gastos explode em 2021.

As reformas tributária e a administrativa não colocam R$ 1 na mão do governo no curto prazo.

A nota da jornalista Camila Mattoso dá conta ainda que o déficit nas contas públicas vai voltar a crescer neste ano e, se nenhuma nova reforma andar no Congresso, as taxas de juros voltarão a subir antes do previsto, e com elas, a dívida.

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