Alô, alô, moçada da Justiça Eleitoral. Felipe Barros, o sério dos sérios, é contra o Fundo Eleitoral. Talquei, taquei. Mas como ele pode usar um busão “chique nos úrtimos” que, segundo o próprio parlamentar, foi doado por “amigos e empresários”?

Na real, os tão sérios, que gostam de tudo direitinho, como explicam isso? Partidos não podem receber doações de empresas privadas.
Pelo sim, pelo não, poderia o Ministério Público Eleitoral dar uma “sacada” e checar como este busão chegou até o deputado Felipe Barros.
Pode estar tudo certo, porém, por via das dúvidas, seria legal tudo “isso daí”?
Transparência…

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