
Sabino Picolo, presidente da Câmara de Vereadores, diz que a proposta está “pré-aprovada” e deve ser votada em plenário em junho, respeitando prazo legal antes das eleições municipais em outubro. Contudo, o projeto não foi um consenso entre os parlamentares.
“Fiz duas reuniões com os vereadores e não chegamos em um denominador comum. Surgiram três propostas: a primeira para manter o valor, a segunda para corrigir o que o funcionalismo teve de reajuste desde 2016 [quase 17%, para R$ 18,2 mil] e uma terceira que seria o máximo permitido por lei”, explica. Esta última proposta seria 75% dos ganhos de um deputado estadual (R$ 25,3 mil), ou seja, chegaria perto dos R$ 19 mil.
A maioria entre os 38 vereadores deve disputar a reeleição nas urnas de outubro.


