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Os partidos apresentam como motivação a ligação do filho do presidente Jair Bolsonaro com milicianos, a investigação sobre se houve “rachadinha” —esquema em que funcionários são coagidos a devolver parte de seus salários— no gabinete de Flávio, quando ele era deputado estadual no Rio de Janeiro, e a contratação de funcionários fantasmas neste mesmo período, informa o jornalista Daniel Carvalho. Segundo matéria que eles assinada para a Folha de São Paulo, na representação, os partidos dizem acreditar que a cassação é possível mesmo que as justificativas apontadas tenham ocorrido antes de Flávio ter tomado posse como senador.


