O desenrolar pós-morte de Gugu Liberato. Sejamos sinceros, uns falam que ele era isso e aquilo, e apareceu do nada. A mãe que gerou filhos, deu de mamar, não era casada, só uma amiga. Aparece um amante que sempre estava escondido, jura ter chorado no velório. Palpitem aí, e se Gugu fosse um pobretão? Mas o caso virou chatice. Só mesmo o Rogério Distéfano para analisar tudo “isso daí”…

Direto do

Não foi bilboquê

TODO DIA é essa chatice da família Gugu contra a mãe dos filhos dos dois: não era mulher dele, nem morava com ele, não tem direito a nada. Apareceu o sacana que acusou a mulher de ser sócia de time de futebol.

Insulto fez reunião interna e concluiu que a família tem razão, a mãe dos filhos de Gugu só era mãe dos filhos do Gugu, nada mais. Só não avançou na causa da gravidez, se foi acidental ou contratual.

A gravidez não pode ter sido acidental, aquilo de a mulher pular e cair em cima do pai das crianças, um lance exato, tipo bilboquê. Porque só um campeão de bilboquê acerta três vezes seguidas e por acidente.

Então, a gravidez – as gravidezes, três – foi contratual, a mesma barriga de aluguel do cadastro. Gugu, um Michael Jackson brasileiro. Diferente do gringo, aqui o DNA era próprio. Daí os filhos do cantor serem mais bonitos.

Gugu alugava a mesma barriga para instalar a matéria-filha. Depois, muitas vezes, precisava viajar com o cozinheiro para recuperar as forças. Que fazer filho por só por fazer dá uma canseira dos diabos.

Conheça o blog do Rogério Distéfano 

Compartilhe

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  • bio

    © 2021. Todos direitos reservados a OgazeteirO. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

    Participe do nosso grupo de WhatsApp