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Dilma Rousseff questionava a decisão do ministro Alexandre de Moraes que, em 2019, entendeu que o pedido sequer deveria ser julgado, por ter perdido a validade. Moraes frisou que o mandato para o qual Dilma foi reeleita em 2014 teria acabado em 2018.
Todos os magistrados acompanharam o entendimento de Moraes. Não participaram da decisão os ministros Celso de Mello, que está de licença médica por conta de uma cirurgia no quadril, e Ricardo Lewandowski, que declarou-se impedido para votar a questão.
As informações são do site PODER360.
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