Nas redes sociais, o grande jornalista Odenir Colombo escreveu sobre o todo poderoso e “meio presidente da República”, Paulo Guedes.
Vale a pena registrar.
ERA CAMELÔ PARAGUAIO!
A cada dia, que passa, fica mais claro que o “posto ipiranga”, não passa de um camelô paraguaio, daqueles bem chatos, que vendem produto falsificado e ficam insistindo na “lá garantia soy jô”.
Com os 150 bilhões, que surgiram do dia para a noite, Guedes e Caterva poderiam ter preparado um projeto de emprego e renda emergencial capaz de amenizar esse momento da pandemia. Não, preferiu encher as burros do bancos e agora, vai torrar essa grana toda com esmolas e quinquilharias.
Um exemplo, essa grana toda investida em saneamento, além de gerar 2 milhões de empregos diretos, em um ano, retornaria aos cofres públicos em cinco ou sete anos, na proporção de três a cinco vezes, na economia com a saúde curativa.
Essa grana toda na habitação popular, para retirar 150 mil famílias em áreas de risco, nos grandes centros urbanos. Não existe retomada do desenvolvimento econômico sem a participação pesada do Estado. Foi assim nos USA, Japão, Alemanha, Inglaterra, etc. Liberalismo econômico é para alguns espertalhões ganharem muito dinheiro do contribuinte e na primeira crise recorrem ao Estado como tábua de salvação.
A ILUSTRAÇÃO DESTE POST É DO ARQUIVO DO JORNAL ZEROHORA
CHARGISTA GILMAR FRAGA


