O cara virou notícia negativa no país inteiro. Uns e outros vão continuar frequentado suas lojas, entretanto, um parlamentar do Paraná afirmou que quem não gostou nada disso foi o sócio do empresário, o apresentador Luciano Huck.
Ele disse ainda:
“O país não aguenta, não pode parar dessa maneira. As pessoas têm que produzir e trabalhar. Não podemos [parar] por conta de cinco ou sete mil pessoas que vão morrer. Isso é grave, mas as consequências que vamos ter economicamente no futuro vão ser muito maiores do que as pessoas que vão morrer agora com o CORONAVÍRUS”.
Xô, lanche do Madero.
Em tempo:
Vale a pena ler o post do jornalista Rogério Distéfano, do blog OinsultoDiário:
Holocausto júnior
“O país não aguenta, não pode parar dessa maneira. As pessoas têm que produzir e trabalhar. Não podemos [parar] por conta de 5 ou 7 mil pessoas que vão morrer. Isso é grave, mas as consequências que vamos ter economicamente no futuro vão ser muito maiores do que as pessoas que vão morrer agora com o coronavírus”.
Júnior Durski, dono da rede Madero, do hambúrguer. Ou seja, correremos o risco de comer no Madero e pegar o vírus. O país – e o Madero – “não pode parar dessa maneira”.
Entre as 5 ou 7 mil pessoas que vão morrer, quantos clientes e funcionários do Madero estarão incluídos? Júnior é coerente, pode ir no pacote, pois está na idade da quarentena.
Tantos modos de propor soluções, o sócio do judeu Luciano Huck propõe um holocausto brasileiro. O vereador frustrado de Prudentópolis retoma o mandato para aderir à loucura de Jair Bolsonaro.


