A informação é do jornalista Luis Fernando Wiltemburg.
Segundo ele, o ensino a distância oferecido pela pasta educacional do estado é questionado pela a entidade sindical, que afirma que o Conselho Estadual de Educação propôs que cada escola adotasse o ensino a distância caso a própria comunidade do entorno aceitasse a modalidade. Entretanto, as aulas pela internet e pela televisão acabaram sendo impostas para todas as escolas e alunos do Estado.
Na matéria do jornalista é veiculada na Folha de Londrina.
Ela coloca ainda que para o MPT, o APP argumenta que o modelo adotado pela Seed, ao não atender a todos os alunos de forma igualitária, mas impondo a condição como continuidade do ano letivo regular, acaba colocando em risco os trabalhadores que têm de ir até as escolas para entregar os materiais e dar as orientações a quem não conseguiu compreender.
A Folha de Londrina diz\ ainda que no MPE, a entidade pede que pleiteie que cada escola tenha o poder de decidir com a própria comunidade se adota ou não o modelo de aula a distância porque, uma vez que alunos não consigam interagir por meios digitais, acabam sendo prejudicados em relação aos que têm acesso a estes canais.
A Secretaria de Educação afirma que ainda não foi notificada.


