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Segundo reportagem da jornalista Josiane Ritz, especialmente para o portal Bem Paraná, os técnicos da Vigilância estiveram em pelo menos duas distribuidoras de remédios e quatro clínicas da cidade, três de cirurgia plástica e uma de ortopedia. Apesar das reclamações das clínicas, o ‘confisco’ está amparado no Decreto Municipal 421/2020, que no capítulo VI do artigo terceiro, prevê a “requisição de bens e serviços de pessoas naturais e jurídicas, hipótese em que será garantido o pagamento posterior de indenização justa”.


