A informação é destaque do site RBJ, da Rádio Clube de Palmas.
Segundo o jornalista Guilherme Zimermann, o elevado valor gasto em 2019 levantou suspeitas. Além disso, informações que chegaram ao MP apontam que a empresa contratada para a compra das passagens seria de propriedade de parente de um servidor comissionado da Câmara.
A Câmara de Vereadores foi notificada para a apresentação de informações, expondo que o servidor da Casa é apenas pai do neto da proprietária da empresa de turismo, o que não indicaria, segundo o MP, relação de parentesco.
Por outro lado, aponta a promotoria que as passagens teriam sido adquiridas pelo Legislativo de forma direta, “sem procedimento licitatório ou procedimento formal de dispensa” de licitação, prática que se estende desde 2016.
Dessa forma, o Ministério Público abriu inquérito para “apurar a prática de ato de improbidade administrativa consistente na dispensa de licitação, mediante compra direta de passagens aéreas pela Câmara Municipal entre 2016 e 2019”.


