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Condor vira notícia nacional pelo preço abusivo do pacote de arroz de 5 quilos. Bolsonaro faz apelo para que as grandes redes de supermercados segurem os preços. Entretanto, o Condor, que adora elogiar o presidente, não deu ouvidos. O preço é de “furar os olhos”: R$ 42

O Correio Braziliense, o grande jornal da capital federal, deu espaço para o abuso que o Supermercado Condor está praticando.

Segundo a jornalista Jéssica Gotlib, o preço do arroz tem causado eco nas redes sociais ao longo dos últimos dias. Um perfil no Twitter compartilhou uma foto em que um dos supermercados da rede Condor, do Paraná, anuncia um pacote de arroz por R$ 42,99. “Não vai ter uva passa no arroz se não tiver arroz”, ironizou a postagem da conta “Nazaré Amarga”.

Nos comentários, vários seguidores do perfil alegam ter encontrado “ofertas” semelhantes em diferentes regiões do país. Até mesmo o ator Bruno Gagliasso se surpreendeu com o aumento nos preços e compartilhou uma foto com a legenda “24 reais 5kg de arroz”.

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Uma resposta

  1. A avaliação prévia do estado de conservação dos conjuntos
    de fragmentos e vasilhas afloradas, por meio do monitoramento in situ,
    também tem sido fundamental para a discussão e o planejamento das atividades de intervenção
    do grupo. Como continuidade desse projeto inicial, atualmente, são desenvolvidas ações com professores,
    professoras e estudantes da Escola Municipal Prof.
    Christiano Tramontini, por meio de negociações com o exercício colaborativo da tomada de decisões (Figura 5).
    O trabalho com a escola é uma demanda local antiga,
    em que buscamos criar espaços de troca de experiências entre
    diferentes pessoas, como lideranças, artesãs, jovens envolvidas na organização
    comunitária e pessoas mais velhas. Com a finalidade de repensar nossa
    prática no que tange às ações de conservação e de gestão do patrimônio arqueológico, iniciamos,
    em 20177 7 Pesquisa desenvolvida com apoio da Fundação
    de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) (processo
    2014/01968-1), intitulada “Conservação arqueológica: uma reflexão a partir de estudos de caso no Brasil” (S.
    Lima, 2018). , a elaboração de uma metodologia de mapeamento e monitoramento
    in situ dos afloramentos de material arqueológico,
    realizando documentação fotográfica e coleta
    de dados, como fração exposta da vasilha, quantidade e dimensão dos fragmentos, descrição da cerâmica e avaliação do estado de
    conservação.

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