O plano de demissão voluntária do Banco do Brasil deu no que deu. O presidente não gostou nada da ideia e foi desencadeado um processo de fritura de André Brandão, presidente do Banco do Brasil.
Segundo reportagem da Folha de São Paulo, membros da equipe econômica relataram que o anúncio da reestruturação do banco, que inclui demissões de funcionários, foi a causa da fúria no Palácio do Planalto.
Na segunda-feira (11/01/21), o Banco do Brasil informou ter aprovado um conjunto de medidas que diminuem sua estrutura organizacional, com fechamento de pontos de atendimento. Serão encerradas 361 unidades, sendo 112 agências.
Também foram criadas pelo banco duas modalidades de desligamento incentivado voluntário aos funcionários. O Programa de Adequação de Quadros, para redistribuir força de trabalho, e o Programa de Desligamento Extraordinário, disponível a todos os funcionários do BB que atenderem a pré-requisitos.
De acordo com uma fonte do Governo Federal o programa é tecnicamente impecável e promove redução de custos para o banco. No entanto, o momento para a adoção da medida foi considerado desastroso, um erro político.


