Cirurgias suspensas por conta da COVID-19 podem demorar até dois anos para atendimento total
Os sistemas de saúde estadual e municipal do Paraná já têm um desafio quase tão difícil quanto a gestão do coronavírus assim que a pandemia terminar: desafogar o enorme volume de cirurgias eletivas – sem urgência – que foram suspensas em todas as especialidades médicas desde 2020, decisão tomada pelo risco de contágio e para assegurar leitos e insumos para o tratamento da Covid-19.
A informação é do jornalista Marcos Xavier Vicente.
Segundo ele, os órgãos de saúde, tanto municipal, quanto estadual, vão enfrentar um problema que pode render muita crítica e mais tempo de espera.
A matéria, veiculada na Gazeta do Povo, dá conta ainda que se a pandemia terminasse por estes dias, a Secretaria Estadual de Saúde calcula que levaria dois anos para regularizar os procedimentos que não foram feitos no ano passado. E, mesmo com a perspectiva do início da vacinação da Covid-19 na próxima quarta-feira (20/01/21), não há nenhuma perspectiva de quando a pandemia vai terminar. Enquanto isso, o volume de cirurgias represadas aumenta diariamente, dando mais força para essa bola de neve.


